Minha garganta estranha quando não te vejo
Me vem um desejo doido de gritar
Minha garganta arranha a tinta e os azulejos
Do teu quarto, da cozinha, da sala de estar
Minha garganta arranha a tinta e os azulejos
Do teu quarto, da cozinha, da sala de estar
Venho madrugada perturbar teu sono
Como um cão sem dono, me ponho a ladrar
Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar
Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar [ Lyrics from: http://www.lyricsmode.com/lyrics/a/ana_carolina/garganta.html ]
Sei que não sou santa, às vezes vou na cara dura
Às vezes ajo com candura pra te conquistar
Mas não sou beata, me criei na rua
E não mudo minha postura só pra te agradar
Mas não sou beata, me criei na rua
E não mudo minha postura só pra te agradar
Vim parar nessa cidade por força da circunstância
Sou assim desde criança, me criei meio sem lar
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha, é pra depois te... ah! *
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha, é pra depois te abandonar
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha, é pra depois te abandonar
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha, é pra depois te abandonar
Minha garganta estranha, ah ahh ahhh...
Diz aí!
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha, é pra depois te abandonar
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha, é pra depois te abandonar ahh, ooh!